Eu gostava de poder dizer que esta foi a melhor viagem que fiz nos Estados Unidos. Mas infelizmente não é verdade porque tive o azar de ficar doente no 2º dia. No entanto, vou fazer como sempre um apanhado.
Na 6ª feira, 23 de Maio saí da empresa assim que a reunião do departamento terminou. Bicicleta até casa, Caltrain e BART até ao SFO. Ao fazer o check-in (self service) tive de chamar um funcionário para me ajudar porque a máquina não aceitava o código que vinha no meu bilhete electrónico (é o que faz não comprar os bilhetes de avião directamente no site das companhias, mas desta vez eram 3 diferentes). No 1º avião (para Honolulu, ilha de Oahu) fiquei ao lado de uma rapariga havaiana que ia passar as férias de Verão (nada mais nada menos do que 4 meses) a casa. Durante a viagem, à semelhança do que aconteceu quando vim para os Estados Unidos, tive de preencher dois papéis, um relativo à estadia e outro sobre os alimentos que transportava. No aeroporto da capital do Hawaii, quatro horas e meia depois, tive a sensação que estava na Ásia. Olhinhos em bico, como diria a Joana, por todo o lado! Como ninguem me disse que a mala seguia directamente para Maui ainda estive um bom bocado a espera dela. Depois la perguntei e me informaram. Entretanto e mesmo verdade que ha pessoas nos aeroportos do Hawaii a espera dos turistas com colares feitos com a flor que so existe la, de nome Hibiscus brackenridgei. Mas este acolhimento nao e para todos, julgo que é so para quem vai em excursoes e/ou fica em determinados hoteis. As havaianas usam a tal flor na orelha direita. Algum tempo depois embarquei no 2o aviao e cerca de meia-hora mais tarde aterrei em Kahului, na ilha de Maui, onde nao tive outra alternativa senao apanhar um taxi para o hostel; aquela hora ja os autocarros e os shuttles tinham acabado. O ingles da taxista era quase incompreensivel, mas no fim la consegui perceber: "Vem de Sao Francisco e fica no Bungalow"? Afinal nao era assim tao mau. Claro que comparado com o Green Turtoise de Seattle deixava muito a desejar, mas também devem existir poucos hostels como aquele. 
No dia seguinte de manha, quando estava a fazer oficialmente o check-in, encontrei o Carlinhos que pouco depois ja me apresentava aos brasileiros que tinha conhecido nos dias anteriores. Como ele nao conseguiu arranjar lugar no tour para o vulcao, apanhámos 2 autocarros para Lahaina (que demoraram uma eternidade, mas também um foi de borla e o outro pagámos $1 por isso não se pode exigir muito; o pior foi o frio que rapámos porque os motoristas têm a mania de ir o caminho todo com o ar condicionado no máximo) onde compramos souvenirs e almocamos e depois outro para a praia de Kaanapali.
No dia seguinte de manha, quando estava a fazer oficialmente o check-in, encontrei o Carlinhos que pouco depois ja me apresentava aos brasileiros que tinha conhecido nos dias anteriores. Como ele nao conseguiu arranjar lugar no tour para o vulcao, apanhámos 2 autocarros para Lahaina (que demoraram uma eternidade, mas também um foi de borla e o outro pagámos $1 por isso não se pode exigir muito; o pior foi o frio que rapámos porque os motoristas têm a mania de ir o caminho todo com o ar condicionado no máximo) onde compramos souvenirs e almocamos e depois outro para a praia de Kaanapali.
No domingo acordei mal da barriga. Ainda tomei uns comprimidos, mas não foi o suficiente para conseguir ir ao tour. Não tive outro remédio senão ficar no hostel.
Na 2ª feira, feriado do Memorial Day nos Estados Unidos, já me sentia melhor, mas como não aluguei carro tive de sair cedo do hostel para apanhar os 2 autocarros que me levariam ao aeroporto. Embarquei num avião da Island Air que antes de aterrar em Honolulu fez uma paragem em Molokai, outra ilha do Hawaii e que segundo a hospedeira não tem muita vida nocturna. Realmente do avião só vi campos cultivados. Nesta ilha o avião encheu e sentou-se ao meu lado um rapaz havaiano que meteu conversa comigo e que quando estávamos a aterrar me mostrou onde ficava a casa dele. Esta foi daquelas viagens em que só não enjoei porque foi pouco tempo (não chegou a uma hora) já que o avião abanava por todos os lados. Por acaso tirando este e a rapariga que fez a viagem ao meu lado de São Francisco para Honolulu não achei os havaianos muito simpáticos.
Espero um dia voltar a Maui e ver tudo aquilo que me faltou. Foi um sonho parcialmente tornado realidade. Faltaram as pessoas com quem sempre quis ir a um sítio destes.
De qualquer forma mahalu pela desvalorização do dólar face ao euro que me tem permitido viajar tanto!

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